quinta-feira, 5 de maio de 2016



                                                         
A verdadeira face
Laura Telles 
A grande maioria da população tem conhecimento de que o sistema penitenciário brasileiro é amplamente escasso, temos em pauta na nossa constituição um bom sistema de segurança que claramente não é exercido com eficácia.
Segundo a constituição brasileira um jovem de dezoito anos pode ser preso por roubo sem violência e sem agravantes e ser encarcerado com um chefe de quadrilha acusado de vários crimes, o resultado disso é que a cela do presídio acaba de maneira prática se transformando em uma escola de crime, pois não há uma separação por tipologia de crime e idade.
Além disso, a mão-de-obra é totalmente sem qualificação, são eles os administradores, os agentes penitenciários e os policiais, que são mal treinados, mal equipados, mal remunerados e sem plano de carreira, consequentemente os deixam levar pelas propostas tendenciosas e acabam se corrompendo, o que os leva ao infeliz olhar da população, que os vê como bandidos em vez de vê-los como heróis da sociedade.
Some-se a isto as superlotações das celas, onde antes ficaria dez presidiários estão ficando trinta deles, gerando assim revoltas, violências e tentativas de fugas, além de oferecer condições mínimas de limpeza e higiene, expondo-os cada vez mais a doenças, como leptospirose, tuberculose e HIV.
De acordo com a Secretaria da Justiça, a taxa de reincidência é de 75%, a quarta maior do mundo, pois não há uma formação profissional adequada e nem um sistema de educação que funcione. A consequência é que o preso entra sem nenhuma formação, tanto profissional como educacional e sai nas mesmas condições que entrou, impossibilitando a volta para o seio da sociedade.
Temos em nosso país um sistema penitenciário medieval, em que cada preso custa em média R$1800,00 mensal segundo o levantamento feito pela Secretaria da Administração Penitenciaria (SAP), onde ele não trabalha e vive em ambientes desumanos, que não só desrespeita os direitos humanos como também não possibilita a reinserção.
Há quem diga que a pena de morte é a solução para o sistema penitenciário brasileiro, mas penso que não seja, pois até hoje não se comprovou que ela diminuiu consideravelmente o número de delitos. Vejo que é uma medida que provocaria de certo modo medo, porém não seria um impedimento para os crimes.
Portanto a solução seria a implantação do plano produtivo, em que o auxilio reclusão seria cortado e o preso teria que trabalhar para ter o seu dinheiro, teria que implantar a formação educacional e a tipologia por crime e idade. Para quando os detentos terminassem de pagar sua pena, teria uma profissão e um estudo médio concluído e assim poderia voltar a viver normalmente no seio da sociedade.






Reféns do próprio amor.
Isaac Oliveira

É comum nos depararmos com pessoas usando seus aparelhos eletrônicos o tempo todo, perdendo até mesmo a noção do tempo. E até nós mesmos quando chega àquela mensagem e ficamos super curiosos para saber do que se trata, assim mostrando a extrema dependência tecnológica a que estamos submetidos.
    Nesse contexto, é preciso considerar fatores históricos para entendermos de onde surgiu essa extrema dependência tecnológica, o primeiro ponto é a Revolução Industrial do século XVIII, que trouxe ao mundo o capitalismo e o bombardeio de consumo veiculado pelas empresas. Com a quantidade de produtos tecnológicos oferecidos ao público, é fato que o consumidor se interessará por novas ofertas, desse modo às compras exageradas surgem, e o vício tecnológico também.
    Portanto, é fato que o uso exagerado de tecnologia não é bom, pois compromete nosso convívio social. Atualmente, convivemos numa realidade social onde a maioria de nossas conversas e grupos de amizade são formados pela internet, o que nos toma muito tempo e afeta negativamente nosso convívio social sem o uso de smartphones. Na década de 90, era comum toda família se reunir aos fins de tarde para conversar e se verem pessoalmente, o que hoje é raro acontecer, pois as redes sociais tomaram esse espaço e nos colocaram como reféns.
   Desta forma, o uso intenso de tecnologia muitas vezes é bom, mas não faz bem a sociedade. Já ajudou em pesquisas e novas descobertas da medicina, por isso se faz necessário o uso saudável de aparelhos eletrônicos. Segundo o IBOPE, o brasileiro passa em média 84 minutos seguido usando telefones celulares. Assim, é fato que esse uso extremo não é bom e nos prejudica muito.
   Logo, é necessário que os usuários compreendam a diferença do necessário para o vício. O necessário para utilizar a tecnologia para o bem, o vício para não ultrapassar os limites. Por fim, só assim para não nos tornarmos meros reféns de nosso próprio prazer.



Sistema prisional brasileiro, escola do crime!

Amábile Castro da Silva.

No Brasil, as notícias de corrupção dos agentes penitenciários, rebeliões e fugas dos apenados estão cada vez mais comuns. Sou contra esse sistema prisional, pois o que deveria ser um instrumento de ressocialização do condenado funciona como uma escola do crime.
O King´sCollege, referência internacional de estudos penitenciários da Inglaterra, classifica o Brasil como a quarta maior população carcerária do mundo. Esse é um dado muito preocupante para o país que se encontra com o sistema penitenciário falido, e a desestrutura e as faltas de espaço físico nos presídios fazem com que as celas fiquem superlotadas, não comportando tantos presos gerando um ambiente degradante e pernicioso.
O ambiente ocioso contribui para que os presos organizem facções criminosas e com o uso de celulares comandam o crime dentro e fora da prisão, além disso, ocorrem brigas e mortes dos presidiários dentro da própria cela.
Portanto, penso que criar um  novo modelo de sistema prisional agrícola, com medidas educativas e assistência técnica profissionalizante, pode ser uma saída para esse sistema que vigora, garantindo dessa maneira, aos presidiários os subsídios legais e necessários para serem reinseridos  na sociedade.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Este  é um espaço em que os alunos da Escola Joaquim de Lima Avelino utilizarão para publicarem seus textos e comentarem o dos colegas.  Quem acessar esteja à vontade para contribuir com suas leituras e posteriores comentários que os farão  crescer na produção textual.

Professora Edna.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Artigos serão publicados

Os alunos do Ensino Médio 2º e 3º ano da Escola Joaquim de Lima Avelino em Ouro Preto do Oeste, postarão artigos de opinião produzidos por eles. Comentem, dê a opinião de vocês sobre o texto, dessa forma eles saberão que terão leitores diversos. Obrigada, Professora Edna

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Violência contra o Idoso,Vá entender esse mundo!

O idoso vem sofrendo diversas formas de violência por parte da família e da sociedade. A violência é uma prática que as vezes não é nem percebida pelo agressor, mas tem um efeito negativo na vida da pessoa idosa, quanto a agressão física a psicológica ou moral todas elas são violência.
Os maus tratos a idosos por pessoas que deles cuidam tampouco representam um novo problema. O abuso é geralmente praticado por pessoas nas quais os idosos depositam confiança sejam elas vizinhos, cuidadores, funcionários de agência e até mesmo pelos filhos.
Dentre as várias formas de abuso cometido contra o idoso, encontram-se o abuso físico (provocando lesões, morte), o abuso psicológico (terrorismo psicológico, com intuito de humilhar, isolar, ameaçar, atemorizar o idoso), o abuso sexual (de onde partem os distúrbios sexuais de posse sexual do idoso), abandono (completa privação de atenção ao idoso, que é lançado à própria sorte), negligência (omissão específica de cuidados), abuso financeiro (exploração de suas reservas financeiras, seu crédito, seus cartões, suas contas bancárias, seu patrimônio, sua aposentadoria).
No Brasil os maus-tratos foram percebido nos níveis macro e médio: num percentual de 65%, idosos consideraram maus-tratos a forma preconceituosa como são tratados pela sociedade em geral, as baixas aposentadorias, os desrespeitos que sofrem no transporte público e a falta de leitos hospitalares para idosos. Devemos acabar de uma vez com a violência contra o idoso, um mal que que cresce a cada dia na sociedade.


Rudyallan Bruno